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Crítica | “Lilo & Stitch” (2025): Disney emociona e diverte em uma de suas melhores adaptações live-action

Victor Alexandre by Victor Alexandre
26 de maio de 2025
in Cinema e Filmes
Reading Time: 5 mins read
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A Disney retorna ao universo das adaptações live-action com Lilo & Stitch (2025), recriando um dos clássicos mais queridos da década de 2000. Dirigido por Dean Fleischer Camp — o mesmo responsável pelo delicado Marcel the Shell with Shoes On — o longa-metragem estreou nos cinemas brasileiros em 22 de maio e tem sido recebido com entusiasmo, tanto por fãs nostálgicos quanto por um novo público que ainda não conhecia a obra original. Ao contrário de outros remakes recentes do estúdio que pecaram pelo excesso de fidelidade ou pela falta de alma, Lilo & Stitch encontra um raro equilíbrio entre reverência e renovação.

Uma história de laços familiares, perdas e reconstruções

A narrativa segue fiel ao coração da animação lançada em 2002: Lilo (interpretada com doçura e autenticidade por Maia Kealoha) é uma menina havaiana solitária e cheia de imaginação, que tenta encontrar seu lugar no mundo após perder os pais em um acidente. Sua irmã mais velha, Nani (Sydney Agudong), agora assume a responsabilidade de cuidar da garota — uma tarefa nada fácil para uma jovem que também está tentando construir sua própria vida.

Essa relação entre irmãs é o núcleo emocional do filme, e é justamente aí que reside uma das maiores qualidades da adaptação. Se na animação original já era possível sentir o peso da responsabilidade de Nani, aqui isso é ainda mais aprofundado. O roteiro oferece novos olhares sobre a personagem, revelando aspectos de sua vida antes da tragédia familiar, seus sonhos interrompidos e os sacrifícios que precisou fazer para manter a guarda da irmã. Sydney Agudong entrega uma performance carregada de sensibilidade, especialmente em momentos de vulnerabilidade, humanizando ainda mais uma personagem que muitas vezes ficava à sombra do carisma de Lilo e Stitch.

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Stitch: o coração alienígena do filme

A entrada de Stitch na história — a “experiência 626”, um ser alienígena geneticamente modificado que foge de sua prisão e cai na Terra — representa o elemento fantástico e cômico da trama. Mas, assim como na animação, é também ele quem ajuda a costurar os sentimentos mais profundos da narrativa: abandono, pertencimento, empatia e a formação de laços não convencionais.

Visualmente, Stitch é um triunfo do CGI. Com um design que respeita o original mas adaptado ao realismo exigido por um live-action, o personagem convence tanto nas interações com os humanos quanto nas cenas de ação ou drama. Suas expressões faciais foram cuidadosamente trabalhadas, transmitindo emoções complexas com suavidade e precisão. Isso se mostra essencial para o impacto de algumas das cenas mais tocantes do filme — inclusive uma em particular, de forte carga emocional, que levou muitos espectadores às lágrimas.

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A química entre Stitch e Lilo é outro ponto alto. Maia Kealoha, estreando no papel da jovem havaiana, mostra uma impressionante naturalidade em cena, conseguindo contracenar com um personagem digital com graça e autenticidade. Seu desempenho cativa desde os primeiros minutos e mantém o tom emocional necessário ao longo do filme.

Adaptações e escolhas criativas

Nem todas as mudanças feitas na transição da animação para o live-action foram unânimes entre os fãs, mas é importante destacar que adaptações, por definição, envolvem decisões e concessões. Um dos aspectos mais discutidos foi a ausência de um personagem importante da obra original — cuja falta impacta não apenas o enredo, mas também a personalidade e motivação de outro protagonista. Ainda que a alteração seja compreensível dentro das limitações narrativas e logísticas do formato, ela altera de forma sutil, porém perceptível, algumas dinâmicas centrais da história.

Outra decisão polêmica foi a transformação de Jumba e Pleakley em personagens humanos. Na animação, os dois alienígenas disfarçados na Terra rendiam momentos icônicos e visualmente marcantes. Aqui, interpretados por Zach Galifianakis (Jumba) e Billy Magnussen (Pleakley), os personagens mantêm o alívio cômico e contribuem positivamente com o humor do filme. No entanto, a ausência de suas formas originais e o fato de suas aparências alienígenas não serem exploradas como poderiam deixa um gosto de “oportunidade perdida”, especialmente para quem esperava ver os disfarces excêntricos e o visual irreverente que marcaram a versão animada.

Ainda assim, é preciso reconhecer o esforço do diretor Dean Fleischer Camp em manter o espírito dos personagens, mesmo diante de restrições técnicas e orçamentárias. Pleakley, por exemplo, aparece com roupas de estilos variados, sugerindo uma tentativa sutil de recuperar a excentricidade de sua persona animada.

Humor, drama e um toque de absurdo

É inegável que transformar uma história onde alienígenas disfarçados interagem com humanos comuns sem levantar suspeitas exige uma certa suspensão de descrença. Mas essa é justamente uma das qualidades que tornaram Lilo & Stitch tão amada: o equilíbrio entre o absurdo e o emocional. O live-action compreende isso e, ao invés de fugir do inusitado, abraça o exagero de forma consciente. O humor do filme funciona bem, sem se sobrepor ao drama, e o tom geral se mantém acessível tanto para crianças quanto para adultos.

A trilha sonora, outro elemento marcante da animação original, também está presente com novas versões e arranjos que evocam o espírito havaiano e complementam a ambientação cultural do longa, ainda que não se destaque tanto quanto poderia. Ainda assim, o respeito à ambientação local e à herança cultural do Havaí é perceptível na escolha de cenários, elenco e elementos visuais.

Conclusão: um sopro de esperança para os remakes da Disney

Lilo & Stitch (2025) surge como um dos melhores live-actions produzidos pela Disney nesta fase recente marcada por refilmagens. Ao preservar a essência emocional da história original e ao mesmo tempo expandir camadas de seus personagens, o filme consegue dialogar com públicos de diferentes gerações. A nostalgia está presente, mas não é usada como muleta: o longa se sustenta por méritos próprios, com um elenco talentoso, uma direção cuidadosa e um equilíbrio raro entre emoção, comédia e aventura.

Embora imperfeita em alguns aspectos — como certas ausências narrativas e decisões visuais questionáveis — a adaptação cumpre seu papel de forma admirável. É uma obra que respeita seu legado e, ao mesmo tempo, se arrisca em novos caminhos, o que a torna ainda mais digna de elogios.

Veredito final

Lilo & Stitch é uma adaptação com alma, que emociona sem ser manipulativa, diverte sem ser superficial e honra sua origem sem depender dela. Uma experiência cinematográfica tocante, vibrante e cheia de coração. Se este filme representa o novo rumo das adaptações da Disney, podemos olhar para o futuro com um pouco mais de otimismo.

Tags: CinemaLilo & Stitch
Victor Alexandre

Victor Alexandre

Editor de Entretenimento BR & Mundo Miss, correspondente nos Estados Unidos! Com o tremendo sonho de explorar cada cultura desde mundo, Victor, já passou por 13 países dentro de 5 continentes.

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