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2016: De Eminem até Florence and The Machine

Em 2013 eu conheci uma banda chamada Mumford and Sons e ela se tornou a minha favorita de todos os tempos, um amor que cresceu cada ano mais e em 2016 graças ao Lollapalooza o meu maior sonho se tornou real: vê-los. Viu??? Esse é o porquê de ser a edição que mais mexeu no meu emocional e de longe ser minha favorita… mas calma que tem mais porquês para serem explicados.

Sábado cheguei cedo porque queria aproveitar diversas bandas, além de procurar uma camisa do Mumford (não achei em nenhuma loja da galeria do rock!! E olha que por lá tem lojas de todos os gêneros musicais).

E meu primeiro show foi: Ego Kill Talent e vou dizer que tudo que começa com essa banda é sensacional! Um som poderoso que incendiou a galera (mais do que o sol) e preparou o palco para Supercombo. Nessa parte do dia eu encontrei alguns amigos para me acompanhar em outros palcos. Fomos direto para ver Matanza no palco principal, confesso que eu não conheço muitas músicas da banda e não gostei muito dos fãs dela que conheci por lá mas graças aos meus amigos acabei me divertindo.

Meu objetivo principal era ver Mumford and Sons e por isso já me concentrei no palco ônix, me alimentei após Matanza e peguei o final do Eagles of death metal, não me diverti nesse show, confesso e logo depois senti a pista ficar cada vez mais apertada para esperar Of Monsters and Men, acabei dando a volta por não aguentar a situação. Naquela época o palco axe não era do lado do ônix e com isso o lado direito do palco era mais vazio, rapidamente consegui um lugar ótimo pro momento mais esperado do dia.

Assim que Marcus e sua trupe entrou no palco meu coração explodiu, fiquei entorpecida, cantando cada música e me preenchendo de toda a paz que eles são capazes de transmitir, demorei pra chorar mas porque estava em êxtase, literalmente parecia um sonho. Conheci muitas pessoas que gostavam deles mas acabei perdendo o contato, mas o que me deixa mais triste é que nunca mais voltaram pra cá (VOLTEM LOGO QUE TÁ DIFÍCIL FICAR SEM VOCÊS). O ápice do show foi quando tocaram I Will Wait, com uma melodia dançante sem igual, impossível escutar sem ter vontade de rodar pra todo canto da sala, farei uma playlist pra vocês conhecerem melhor, mas já digo que sou tão apaixonada que posso exagerar, me perdoem…

Tudo foi finalizado com Eminem, mandando os seus maiores hits, com telão até no chão que produzia em algumas músicas o efeito de estar flutuando por ai, voltei a ser criança.

Domingo enfrentei um problema, havia esquecido o protetor solar no dia anterior, ou seja, estava totalmente queimada no rosto, ardendo demais! Confesso que poucas atrações me chamavam a atenção, o que me permitiu variar e conhecer várias bandas, vi uma parte da apresentação do Seeed e segui para o palco principal, me mostraram um copo que eu conseguiria ao comprar cerveja nos bares próximos de lá.

A primeira coisa que vi foi um mar de pessoas com toucas vermelhas e eu completamente perdida, até que eles entraram, aqueles que se tornariam dois grandes amores da minha vida, Tyler e Josh, Twenty one pilots. Automaticamente percebi a razão das toucas e também das roupas pretas. O duo no palco, trazia uma vibe de liberdade e rebeldia que me ganhou logo na primeira música… sem comparação!!! Acabei ficando apenas nesse palco e fui tomada por toda a nostalgia de Noel Gallagher que tocou grandes clássicos de sua banda com o irmão, o inesquecível Oasis. Menção especial para Don’t Look Back in Anger que é sempre um prazer de cantar!!

Finalizei a edição com todo o encanto da rainha dos indies Florence… and the Machine. Que energia boa essa mulher tem!! Deu pra sentir mesmo de longe, em cada nota cantada, foi uma das plateias mais energizantes que já participei e cantar com todos ali foi espetacular.

Como podem perceber eu ainda não corria de palco em palco como tantas pessoas no lolla, mas isso muda uma hora, tenho muitas histórias engraçadas nas correrias que aconteceram de 2017 em diante, volto já!

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Written by Gabriella Jeronimo

Me chamo Gabriella, tenho 24 anos, sou apaixonada por música, livros, séries e qualquer coisa envolvendo o mundo nerd. Aliás, meu gato se chama Anakin.

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