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2017: O Lolla com as misturas mais apaixonantes

Galera, como vão no meio de toda essa pandemia?? Estou reclusa em casa durante alguns dias mas continuo saindo para realizar algumas atividades necessárias como banco e mercado. Nessas últimas semanas fui tomada pela insegurança e votações frenéticas no BBB e por isso acabei demorando um pouco para retornar. Já adianto que o Lolla 2017 foi o primeiro com as pulseiras e o sistema cashless e vou focar um pouquinho no caos que se estabeleceu durante essa edição. MAS ESCLAREÇO que depois que tudo se encaixou essa é uma das maiores vantagens do festival!

Tudo começa com uma simples desconfiança: a pulseira realmente seria resistente a água?? Quem compra o pass (que dá direito aos dois dias) estava realmente preocupado com o domingo, afinal teríamos que tomar banho, fora risco de chuva que em época de Lolla está com tudo em São Paulo. Posso dizer que eu nunca tive problemas, mesmo com as chuvas e com os banhos completos (:D lave as mãos, olha o couronavairus) e nunca me preocupei em proteger a pulseira… não aconteceu nada!! Ela funcionou normalmente todos os dias, até mesmo quando o festival começou a ter três dias.

No autódromo na hora da entrada no horário que entrei tudo estava bem, os totens funcionando e a pulseira facilmente reconhecida. Comecei minha jornada musical vendo uma parte do show do Doctor Phoebes e logo após do Suricato e foi assim após as 15 horas que os problemas começaram a surgir. As filas para comprar comida e bebida ficaram gigantescas por conta da dificuldade dos equipamentos de reconhecerem e processarem a pulseira, alguns amigos meus que só foram no sábado não conseguiram nem ao menos zerar o crédito que tinham, fora que todas há relatos de dificuldades também na entrada, com filas enormes.

Após um belíssimo tempo, finalmente conseguimos algo para comer e beber mas juro que no resto do dia não tivemos sucesso e acabou sendo nossa única compra.

Voltando a falar da parte boa: cage the elephant!

Lembra que no relato de 2014 eu disse que em 2017 o poder da banda se estendeu até o público metaleiro?? Pois bem, foi exatamente isso… o público estava esperando a apresentação de Metallica e estavam extremamente reativos após apresentação do Suricato… mas, cage os conquistaram, com toda a presença no palco, o ritmo contagiante e a irreverente rebeldia do vocalista Matt Schultz. Mas claro que não podemos esquecer dos fãs da banda que serviram pra ferver ainda mais a plateia, com certeza um dos melhores shows que já pude presenciar.

Após me dirigi ao palco ônix, onde acompanhei uma parte de dois shows: the 1975 e the XX, um público grande também e eufórico. Fui para o palco do Metallica faltando um tempo, para conseguir pegar um lugar bom. Nesse momento da noite os bares estavam um caos, filas enormes, brigas e muitas reclamações. Noite finalizada com todo mundo cantando clássicos de uma das maiores bandas de metal.

Domingo o caos diminuiu, uma diferença importante é que o segundo dia não esgotou os ingressos mas além disso as máquinas nos locais de consumo estavam ajustadas e demoraram menos para passar a pulseira de todos. Mesmo assim esse primeiro final de semana com a implantação da tecnologia foi bem difícil e as reclamações foram gigantes.

Em questão de atrações, nesse dia me concentrei em ver catfish and the bottlemen que o show teve início após as 14 horas, um som apaixonante assim como os integrantes da banda. Segui para o palco principal e aproveitei também os shows de Jimmy Eat World, Two door cinema clube e The strokes, finalizei então no maior clima indie toda a experiência. A única reclamação sobre esse dia foi: strokes não tocaram you only live once e era uma das minhas músicas mais esperadas.

Se fosse resumir em uma palavra essa edição: confusão.

Mas uma confusão gostosa.

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Written by Gabriella Jeronimo

Me chamo Gabriella, tenho 24 anos, sou apaixonada por música, livros, séries e qualquer coisa envolvendo o mundo nerd. Aliás, meu gato se chama Anakin.

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