A apresentação de Alok no Réveillon de Copacabana entrou para a história da virada no Brasil. Na madrugada de 1º de janeiro de 2026, a Praia de Copacabana se transformou em um grande palco a céu aberto onde música eletrônica, tecnologia e identidade brasileira se encontraram diante de um público gigantesco.
O show aconteceu em frente ao Copacabana Palace e apostou em uma linguagem visual inédita. Ao longo da apresentação, mais de 1.200 drones tomaram o céu. As formações recriaram símbolos do Rio de Janeiro, como o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e o calçadão da orla. Como resultado, o espetáculo bateu o recorde nacional de uso de drones em um evento público.
Desde os primeiros minutos, ficou claro que não se tratava de um show comum. Alok construiu o set com cuidado e emoção. Ao mesmo tempo, misturou música eletrônica com ritmos brasileiros, criando uma atmosfera acessível e potente assim, a trilha sonora dialogou diretamente com o espaço e com o momento da virada.
O céu de Copacabana virou parte do espetáculo
Enquanto os drones desenhavam o céu, efeitos pirotécnicos surgiam de forma sincronizada. A combinação ampliou a sensação de grandiosidade, o público respondeu com entusiasmo, aplausos e celulares erguidos. Em poucos minutos, as imagens já circulavam pelas redes sociais, levando o nome de Alok aos assuntos mais comentados da noite.
Copacabana, conhecida por reunir milhões de pessoas no Réveillon, viveu uma virada diferente. Desta vez, a tecnologia assumiu papel central. Ainda assim, o espetáculo manteve forte conexão com a cultura local e por isso, o show não soou distante ou frio. Pelo contrário, foi próximo, emotivo e coletivo.
Estive presente na apresentação e, talvez por isso, eu seja suspeito para falar: Alok é um dos meus DJs favoritos. Ainda assim, foi impossível não perceber o impacto do momento, ver milhôes de pessoas reagindo em sincronia, enquanto o céu ganhava novas formas, foi uma experiência difícil de traduzir em palavras.
Vale lembrar que esta não foi a primeira vez que Alok transformou grandes públicos em protagonistas de seus espetáculos. Em Copacabana, ele já havia reunido multidões em outras ocasiões, como em agosto de 2023.
No Tomorrowland Brasil 2025, o artista também entrou para a história ao apresentar um show com drones que marcou o festival. No entanto, o Réveillon de 2026 levou essa relação a um novo patamar, ampliando a escala, o impacto visual e a conexão emocional com o público.
Ao final, ficou a sensação de que o Brasil viveu algo raro. Mais do que um show, Alok entregou um espetáculo audiovisual que uniu tecnologia, emoção e identidade nacional. Para quem estava na areia, a virada do ano ganhou um significado ainda mais especial, difícil de repetir e impossível de esquecer.
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