Das antigas e boas…

Tenho diálogos em minha mente que nunca acontecerão.
Quero parar de me justificar, aliás, não ter que…
Me monto inteira pra desmontar em novos pedaços a cada nova queda.
Pesquiso passagens só de ida, traço roteiros.
Nunca parti.
Me compadeço de mim e jogo minhas preces ao céus, aposto minhas fichas que lá em cima Alguém as escuta.
Corro atrás do tempo e me impressiono como sempre percebo que chego depois, mesmo que no horário.

Quantas versões de mim ainda virão e quantas você aceitará?
Dobro a esquina, vejo brotar a lua, espero pela manhã seguinte.
Recolho o que me resta e espero com um prato frio em mãos alguém, que não chegou a tempo para o jantar.
Pretendo acender um cigarro, como se acendesse uma ideia.
Acabo procurando por uma vela.

Todo saber se desenrola no contraste e todo ego grita na falta.

Com amor, Débora.

Esse conteúdo foi integralmente criado pela autora e não reflete diretamente as opiniões do Nation POP. Todos os direitos que remetem ao conteúdo aqui compartilhado são reservados com caráter de exclusividade á autora.

Débora Reale
Débora Reale
Turismóloga, Professora, escritora e podcaster.

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