• Sobre
  • Vagas
  • Selo Musical
  • Agência
  • Releases
  • Stories
  • Contato
Nation POP - Notícias de Música, Entretenimento, Tecnologia e Cultura
  • News
    • Brasil
      • Litoral Norte
    • Esportes
      • Automobilismo
        • Formula 1
        • Rally Dakar
        • SuperBike
      • Futebol
      • Radical
        • Skate
      • Aquático
        • Surf
  • Music
    • Shows
    • Taca o Play
    • Festivais
      • Lollapalooza
      • The Town
      • Rock in Rio
  • Entretê
    • Séries
    • Celebs
    • Cinema
    • Cultura
      • Livros
      • Teatro
    • Novelas
    • Festivais
  • Tech
  • Quizz
  • Label Music
No Result
View All Result
Nation POP - Notícias de Música, Entretenimento, Tecnologia e Cultura
  • News
    • Brasil
      • Litoral Norte
    • Esportes
      • Automobilismo
        • Formula 1
        • Rally Dakar
        • SuperBike
      • Futebol
      • Radical
        • Skate
      • Aquático
        • Surf
  • Music
    • Shows
    • Taca o Play
    • Festivais
      • Lollapalooza
      • The Town
      • Rock in Rio
  • Entretê
    • Séries
    • Celebs
    • Cinema
    • Cultura
      • Livros
      • Teatro
    • Novelas
    • Festivais
  • Tech
  • Quizz
  • Label Music
No Result
View All Result
Nation POP - Notícias de Música, Entretenimento, Tecnologia e Cultura
No Result
View All Result

Dia da Arte Drag Queen: História, Cultura e Resistência

Rhuan Cobrah by Rhuan Cobrah
16 de julho de 2025
in LGBTQIA+, Notícias
Reading Time: 4 mins read
A A
0
Três drag queens celebram o Dia Internacional da Arte Drag Queen com figurinos glamourosos e bandeiras LGBTQIAP+ ao fundo.

Celebrando o Dia Internacional da Arte Drag Queen: drag queens posam com orgulho, criatividade e cores da diversidade.

Compartihe

O Dia da Arte Drag Queen celebra o poder transformador de uma expressão que vai muito além da performance. É arte, é política, é história e, acima de tudo, é liberdade.

Mais do que um espetáculo visual, o universo drag representa uma forma profunda de expressar quem se é (ou quem se deseja ser) com autenticidade, ousadia e sensibilidade.

Além disso, ela convida à desconstrução. As artistas desafiam normas sociais, questionam padrões e ampliam a noção de beleza, identidade e expressão.

Embora muitas pessoas ainda associem o fazer drag à identidade de gênero ou à orientação sexual, é fundamental lembrar que a arte drag não depende dessas definições. Ela é uma linguagem livre, acessível a todas, todos e todes.

Além disso, ser drag significa experimentar possibilidades, questionar normas, brincar com o exagero, reconstruir estéticas e narrativas sobre o corpo e o gênero.

Veja também

Dia do Gamer: Sadia lança Hot Pockets especiais de LoL

Copa AfroGames 2025: Cantagalo recebe evento gamer e música

Grag Queen invade metrô da Sé e para São Paulo pra divulgar “Sideral”

Veja também

  • Dia do Gamer: Sadia lança Hot Pockets especiais de LoL
  • Camila Barros, Raquel Lima, Gabriela Lopes e Midian Lopes realizam a JUNTAS Conference 2025 no Maracanã em setembro
  • Luan Estilizado, Raí Saia Rodada e Zezo lançam EP 2 do DVD À Vontade com hits em versão forrozeira

Por isso, no Dia da Arte Drag Queen, reconhecemos e exaltamos essas artistas que colocam sua criatividade no palco (ou nas ruas, nas redes e nas telas), desafiando olhares e criando espaços onde cabem diversidade, afeto e transgressão.

Cada drag queen leva ao palco um universo próprio. Em cada peruca, salto, maquiagem e figurino, existe uma história. Em cada dublagem, um grito de resistência e celebração. Onde há arte drag, há também brilho, provocação, talento e sensibilidade.

Como resultado, o público não apenas se entretém, mas também se transforma, questionando seus próprios padrões e enxergando novas possibilidades de existência. Por isso, celebrar essa data é reconhecer quem transforma arte em liberdade e dá cor ao mundo com orgulho, riso e coragem.

Da marginalização ao protagonismo: a trajetória da arte drag

O Dia da Arte Drag Queen também carrega um peso histórico importante. Ele convida à reflexão sobre a trajetória de resistência que moldou essa expressão artística ao longo dos séculos. Criaram essa data para destacar o papel central das drags na cultura LGBTQIAPN+ e nos movimentos sociais que lutam por igualdade e visibilidade.

Muito além dos palcos, a arte drag floresceu em espaços marginais, como os bailes clandestinos e casas noturnas underground. Nesses lugares, pessoas que sofriam opressão por suas identidades de gênero, sexualidade ou estilo encontravam acolhimento, comunidade e força para resistir através da performance.

A prática da arte drag tem raízes antigas. Ela remonta ao teatro grego e romano, onde apenas homens podiam atuar, inclusive em papéis femininos.

Com o tempo, a prática foi se reinventando e, entre os grupos LGBTQIAPN+ marginalizados, ganhou um novo significado: o da expressão radical da identidade e do desafio às normas sociais. Foi assim que surgiram os lendários Drag Balls, competições onde criatividade, estilo, ironia e técnica se fundiam em shows memoráveis.

Hoje, o Dia da Arte Drag Queen também homenageia figuras que abriram portas e quebraram barreiras, como Crystal Labeija, Divine, Angie Xtravaganza, Moisés Renee e RuPaul. Esses nomes não apenas elevaram a arte drag a um novo patamar de visibilidade, como também tornaram possível que essa forma de expressão seja reconhecida e celebrada em escala global.

O impacto da cultur da arte drag no Brasil

No Brasil, o Dia da Arte Drag Queen ganha contornos únicos. Aqui, a história da arte drag é marcada por ousadia, resistência e reinvenção constante.

Durante décadas, artistas se apresentavam como transformistas, especialmente entre os anos 1970 e 1990. Muitas vezes atuavam à margem, enfrentando censura e repressão, especialmente durante o período da ditadura militar. Apesar disso, mantinham acesa a chama da criatividade e da resistência.

Foi nesse contexto que o filme Priscilla, A Rainha do Deserto se tornou um marco cultural, não apenas como inspiração estética, mas como símbolo de libertação e afirmação da arte drag.

A partir dessa influência, surgiram nomes como Silvetty Montilla, Miss Biá e Marcia Pantera, esta última responsável por eternizar o famoso “bate cabelo” nos palcos brasileiros. Essas pioneiras fincaram as bases de uma cena vibrante, múltipla e poderosa.

Atualmente, o Brasil vive uma nova era da arte drag. Nomes como Pabllo Vittar, Gloria Groove, Grag Queen e Lia Clark conquistaram espaço na música, na TV, no streaming e nas redes sociais, provando que a arte drag brasileira tem força e voz própria.

O Dia da Arte Drag Queen não só honra essa trajetória como também reafirma seu futuro.
Celebrar essa data é reconhecer a potência artística dessas vozes que, com glitter, discurso e criatividade, fazem do Brasil um palco mundial da cultura drag.

Tags: Drag Queenlgbt+

Você também pode gostar de:

Sadia envia produtos da linha LoL para players comemorarem jogando
Games

Dia do Gamer: Sadia lança Hot Pockets especiais de LoL

by Rhuan Cobrah
29 de agosto de 2025
0

Sadia celebra o Dia do Gamer com Hot Pockets de League of Legends, desafios online e lives para engajar a...

Read more
Logo da Copa AfroGames mostrando parte da comunidade e com a sigla na cor verde

Copa AfroGames 2025: Cantagalo recebe evento gamer e música

29 de agosto de 2025
Grag Queen invade metrô da Sé e para São Paulo pra divulgar “Sideral”

Grag Queen invade metrô da Sé e para São Paulo pra divulgar “Sideral”

29 de agosto de 2025
Logo da Brasil Game Show 2025 com fundo escuro, escrita em branco e vermelho destacando o ano do evento.

BGS 2025 aposta em negócios com Meet to Match e painéis

28 de agosto de 2025
Camila Barros, Raquel Lima, Gabriela Lopes e Midian Lopes realizam a JUNTAS Conference 2025 no Maracanã em setembro

Camila Barros, Raquel Lima, Gabriela Lopes e Midian Lopes realizam a JUNTAS Conference 2025 no Maracanã em setembro

26 de agosto de 2025
Guitarra de sucata da Gerdau vira atração no The Town 2025

Guitarra de sucata da Gerdau vira atração no The Town 2025

26 de agosto de 2025

Publicidade

O Dia da Arte Drag Queen celebra o poder transformador de uma expressão que vai muito além da performance. É arte, é política, é história e, acima de tudo, é liberdade.

Mais do que um espetáculo visual, o universo drag representa uma forma profunda de expressar quem se é (ou quem se deseja ser) com autenticidade, ousadia e sensibilidade.

Além disso, ela convida à desconstrução. As artistas desafiam normas sociais, questionam padrões e ampliam a noção de beleza, identidade e expressão.

Embora muitas pessoas ainda associem o fazer drag à identidade de gênero ou à orientação sexual, é fundamental lembrar que a arte drag não depende dessas definições. Ela é uma linguagem livre, acessível a todas, todos e todes.

Além disso, ser drag significa experimentar possibilidades, questionar normas, brincar com o exagero, reconstruir estéticas e narrativas sobre o corpo e o gênero.

Por isso, no Dia da Arte Drag Queen, reconhecemos e exaltamos essas artistas que colocam sua criatividade no palco (ou nas ruas, nas redes e nas telas), desafiando olhares e criando espaços onde cabem diversidade, afeto e transgressão.

Cada drag queen leva ao palco um universo próprio. Em cada peruca, salto, maquiagem e figurino, existe uma história. Em cada dublagem, um grito de resistência e celebração. Onde há arte drag, há também brilho, provocação, talento e sensibilidade.

Como resultado, o público não apenas se entretém, mas também se transforma, questionando seus próprios padrões e enxergando novas possibilidades de existência. Por isso, celebrar essa data é reconhecer quem transforma arte em liberdade e dá cor ao mundo com orgulho, riso e coragem.

Da marginalização ao protagonismo: a trajetória da arte drag

O Dia da Arte Drag Queen também carrega um peso histórico importante. Ele convida à reflexão sobre a trajetória de resistência que moldou essa expressão artística ao longo dos séculos. Criaram essa data para destacar o papel central das drags na cultura LGBTQIAPN+ e nos movimentos sociais que lutam por igualdade e visibilidade.

Muito além dos palcos, a arte drag floresceu em espaços marginais, como os bailes clandestinos e casas noturnas underground. Nesses lugares, pessoas que sofriam opressão por suas identidades de gênero, sexualidade ou estilo encontravam acolhimento, comunidade e força para resistir através da performance.

A prática da arte drag tem raízes antigas. Ela remonta ao teatro grego e romano, onde apenas homens podiam atuar, inclusive em papéis femininos.

Com o tempo, a prática foi se reinventando e, entre os grupos LGBTQIAPN+ marginalizados, ganhou um novo significado: o da expressão radical da identidade e do desafio às normas sociais. Foi assim que surgiram os lendários Drag Balls, competições onde criatividade, estilo, ironia e técnica se fundiam em shows memoráveis.

Hoje, o Dia da Arte Drag Queen também homenageia figuras que abriram portas e quebraram barreiras, como Crystal Labeija, Divine, Angie Xtravaganza, Moisés Renee e RuPaul. Esses nomes não apenas elevaram a arte drag a um novo patamar de visibilidade, como também tornaram possível que essa forma de expressão seja reconhecida e celebrada em escala global.

O impacto da cultur da arte drag no Brasil

No Brasil, o Dia da Arte Drag Queen ganha contornos únicos. Aqui, a história da arte drag é marcada por ousadia, resistência e reinvenção constante.

Durante décadas, artistas se apresentavam como transformistas, especialmente entre os anos 1970 e 1990. Muitas vezes atuavam à margem, enfrentando censura e repressão, especialmente durante o período da ditadura militar. Apesar disso, mantinham acesa a chama da criatividade e da resistência.

Foi nesse contexto que o filme Priscilla, A Rainha do Deserto se tornou um marco cultural, não apenas como inspiração estética, mas como símbolo de libertação e afirmação da arte drag.

A partir dessa influência, surgiram nomes como Silvetty Montilla, Miss Biá e Marcia Pantera, esta última responsável por eternizar o famoso “bate cabelo” nos palcos brasileiros. Essas pioneiras fincaram as bases de uma cena vibrante, múltipla e poderosa.

Atualmente, o Brasil vive uma nova era da arte drag. Nomes como Pabllo Vittar, Gloria Groove, Grag Queen e Lia Clark conquistaram espaço na música, na TV, no streaming e nas redes sociais, provando que a arte drag brasileira tem força e voz própria.

O Dia da Arte Drag Queen não só honra essa trajetória como também reafirma seu futuro.
Celebrar essa data é reconhecer a potência artística dessas vozes que, com glitter, discurso e criatividade, fazem do Brasil um palco mundial da cultura drag.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

No Result
View All Result
  • News
    • Brasil
      • Litoral Norte
    • Esportes
      • Automobilismo
      • Futebol
      • Radical
      • Aquático
  • Music
    • Shows
    • Taca o Play
    • Festivais
      • Lollapalooza
      • The Town
      • Rock in Rio
  • Entretê
    • Séries
    • Celebs
    • Cinema
    • Cultura
      • Livros
      • Teatro
    • Novelas
    • Festivais
  • Tech
  • Quizz
  • Label Music

© 2025 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.

Are you sure want to unlock this post?
Unlock left : 0
Are you sure want to cancel subscription?
-
00:00
00:00

Queue

Update Required Flash plugin
-
00:00
00:00