A batalha judicial envolvendo Adam Levine, vocalista do Maroon 5, sua esposa Behati Prinsloo e uma decoradora contratada pelo casal ganhou um novo capítulo. De acordo com documentos obtidos pela revista People, as celebridades apresentaram uma defesa formal alegando que a profissional, Paulina Ash, “pleiteou indevidamente” os danos financeiros relacionados a um acidente ocorrido na residência da família. O casal busca anular partes do processo, argumentando falta de clareza nas acusações.
O acidente e as alegações da decoradora
O caso remonta a 2023, quando Paulina Ash estava trabalhando na mansão do casal. Segundo o processo original, a decoradora afirma que caiu de uma escada enquanto realizava suas funções, sofrendo lesões graves. Ela alega que a escada fornecida era insegura e que o ambiente de trabalho oferecia riscos, responsabilizando Levine e Prinsloo por negligência.
Ash busca compensação financeira para cobrir despesas médicas, perda de capacidade de trabalho e danos morais decorrentes do incidente, que ela descreve como traumático e prejudicial à sua carreira.
A defesa de Adam Levine e Behati Prinsloo
Na nova moção apresentada à justiça, a defesa do casal não foca apenas em negar o acidente, mas ataca a estrutura do processo. Os advogados argumentam que a decoradora falhou em especificar os valores exatos e as bases para os danos que diz ter sofrido (como salários perdidos e custos hospitalares).
Segundo a equipe legal de Levine, a acusação é “ambígua e incerta”, não cumprindo os requisitos legais necessários para que o casal possa se defender adequadamente. A estratégia visa forçar a acusação a apresentar provas mais concretas ou ter partes do pedido de indenização descartadas pelo juiz.
Próximos passos na justiça
Este movimento jurídico é comum em processos de alta visibilidade, onde a defesa tenta limitar o escopo da indenização antes que o caso vá a julgamento. Enquanto a disputa sobre os detalhes técnicos continua nos tribunais, nem Adam Levine nem Behati Prinsloo comentaram publicamente o caso fora dos autos processuais. A decisão agora cabe ao juiz, que determinará se a decoradora precisa refazer seus pedidos ou se o processo segue como está.
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