A guerra judicial que parou Hollywood teve mais um capítulo tenso nesta quinta-feira (22). Advogados de Blake Lively e Justin Baldoni ficaram frente a frente em um tribunal federal de Manhattan, onde a equipe do ator e diretor fez sua última tentativa de impedir que o processo de assédio sexual e retaliação movido pela atriz chegue ao júri popular.
Se você acompanhou os rumores de bastidores de É Assim Que Acaba em 2024, saiba que a situação escalou para um nível muito mais sério. Documentos recém-abertos revelam detalhes chocantes e trazem uma nova personagem para o centro da disputa: Taylor Swift.
O “Face-Off” no Tribunal: O que aconteceu hoje?
A audiência desta quinta-feira foi marcada pelo pedido de julgamento sumário (arquivamento) por parte da defesa de Baldoni.
- O argumento de Baldoni: O advogado Jonathan Bach alegou que as acusações de Lively se resumem a “coisas triviais e pequenas ofensas” que não sustentam, legalmente, um ambiente de trabalho hostil. A defesa insiste que os conflitos eram apenas “diferenças criativas” e mal-entendidos que foram resolvidos na época.
- A resposta de Lively: A advogada da atriz, Esra Hudson, contra-atacou descrevendo incidentes graves de violação de limites físicos. Entre as novas alegações, está a de que Baldoni teria improvisado um beijo não roteirizado e pressionado Lively a simular nudez desnecessária em uma cena de parto, criando um ambiente humilhante.
O juiz Lewis Liman ouviu os argumentos, mas não deu uma decisão imediata. Se o caso não for arquivado, o julgamento com júri está marcado para 18 de maio de 2026.
Taylor Swift entra na polêmica
Um dos pontos mais comentados do dia foi a divulgação de mensagens de texto privadas entre Blake Lively e sua melhor amiga, a cantora Taylor Swift, que foram anexadas ao processo e agora se tornaram públicas.
As mensagens mostram que Swift estava ciente do sofrimento da amiga em tempo real. Em trechos revelados, a cantora critica abertamente Baldoni e oferece apoio emocional a Lively durante as filmagens, validando a narrativa da atriz de que o desconforto no set não foi uma invenção posterior para “manchar a imagem” do diretor, como ele alega.
Relembre o caso
Para quem perdeu o início dessa batalha:
- A Origem: Durante a promoção de É Assim Que Acaba em 2024, fãs notaram o distanciamento entre o elenco e o diretor.
- O Processo: Lively processou Baldoni e sua produtora, a Wayfarer Studios, alegando assédio sexual e um plano coordenado de relações públicas para destruir sua reputação.
- O Contra-Ataque: Baldoni chegou a processar Lively e Ryan Reynolds por difamação (pedindo US$ 400 milhões), mas essa ação foi arquivada pelo juiz em junho de 2025.
O que está em jogo?
Este caso transcende a fofoca de celebridades. Ele coloca em debate os limites de poder em Hollywood e a segurança de atrizes em sets de filmagem, mesmo quando elas ocupam cargos de produção.
A tentativa de Baldoni de classificar as queixas como “triviais” contrasta com a gravidade dos relatos de Lively. Agora, o destino do caso está nas mãos do juiz Liman. Se for a julgamento em maio, espere ver a elite de Hollywood — e possivelmente Taylor Swift — sendo chamada para depor.
Fique ligado no Nation POP para a decisão do juiz e os próximos desdobramentos deste drama real.
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