Com lançamento programado para 13 de janeiro (terça-feira), Luísa se posiciona estrategicamente no mercado internacional sem se afastar do público brasileiro
Assinado em parceria com Roberto Menescal e Toquinho, o novo projeto é sucessor de “Escândalo Íntimo”, lançado em 2023.
Álbum que rendeu o maior sucesso de Sonza nas paradas mundiais: música “Chico”, figurou na 23ª posição do ranking global do Spotify.
A nostalgia de um gênero que atravessa gerações
O que nos traz ao dia atual: o lançamento de um álbum de bossa nova no período pré-carnaval, que vai contra todas as indicações de mercado ou apostas musicais de outros artistas nacionais, como Anitta, Pedro Sampaio ou Melody.
Luísa ganha vantagem ao ter um lançamento que diverge dos seus colegas, gera curiosidade e debate. Ganha reconhecimento de nomes renomados desse nicho, aproxima-se de um público que ainda não consome seu trabalho e entra no radar internacional.
O movimento musical que surgiu na década de 1950 com a junção de três grandes artistas: João Gilberto, pai do som; Tom Jobim, que popularizou a melodia; e Vinicius de Moraes, com suas letras poéticas.
Impacto geracional
De acordo com pesquisa do Spotify, o consumo de MPB cresceu 64% entre 2022 e 2024 impulsionado pela geração Z.
Grandes sucessos surgiram desse gênero, como “Garota de Ipanema”, de Tom Jobim, talvez a maior representação. Mas artistas internacionais atuais sempre se inspiram na nossa arte para criarem seus próprios trabalhos.
Garantindo a Luísa um motivo comercial para explorar esse gênero, além do grande apelo histórico ao se tornar a precursora ao reacender o desejo de consumo.
Globalização da Bossa Nova
Ao retomar o foco em Luísa e em seu movimento de internacionalização, este pode ser o projeto responsável por consolidar seu nome fora do Brasil.

Pois antes mesmo do lançamento, ela já acumula diversas críticas positivas em torno do álbum. Grandes revistas já efetuaram suas análises, e o próprio Roberto Manescal rasgou elogios a Luísa no vídeo de divulgação do novo trabalho.
“Essa música foi regravada 200 vezes, mas nunca foi tão bonita assim. Nunca!”, garante Manescal, agregando a Luísa validação artística.
Luísa não aposta na nostalgia por saudosismo, mas por inteligência de mercado.
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