Bruce Springsteen faz história em Minnesota: O grito de ‘Streets of Minneapolis’ contra Donald Trump

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Gabriel Nascimento (@gabenaste)
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Jornalista, editor-chefe do Nation POP, empreendedor, especialista em Marketing 360º, Branding Registro de Marcas & Creator Economy. Música é seu segundo oxigênio, não vive sem!
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O sábado (28 de março de 2026) ficará marcado como o dia em que a música e o protesto se fundiram em uma demonstração massiva de insatisfação popular. No centro das atenções estava Bruce Springsteen, que realizou uma aparição surpresa no capitólio de St. Paul, em Minnesota, durante o ato “No Kings” (Sem Reis). O evento é o ápice de uma série de protestos nacionais contra as políticas do presidente Donald Trump, especialmente em relação às ações violentas do ICE e o recente envolvimento militar no Irã.

O Hino do Momento: ‘Streets of Minneapolis’

O ponto alto da manifestação foi a performance da nova canção de protesto de Springsteen, intitulada “Streets of Minneapolis”. Composta e lançada às pressas no início deste ano, a música é uma homenagem direta a Renee Good e Alex Pretti, moradores locais que foram mortos em confrontos com agentes federais de imigração.

A letra, carregada de melancolia e fúria, critica o que Springsteen chama de “terror de Estado”. Ao performar a faixa ontem, ele não apenas tocou; ele discursou. “No último inverno, tropas federais trouxeram morte e terror para as ruas de Minneapolis. Bem, eles escolheram a cidade errada”, declarou o roqueiro, exaltando a solidariedade dos manifestantes.

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Contexto: O Movimento ‘No Kings’ em 2026

O movimento “No Kings” (também chamado de No Kings 3) tornou-se a maior rede de protestos não violentos da história recente dos EUA. Em 2026, a tensão política atingiu um ponto de ebulição devido a:

  • Confrontos com o ICE: O endurecimento das políticas de imigração resultou em operações militares dentro de cidades americanas.
  • Guerra no Irã: O início do conflito em fevereiro de 2026 gerou uma nova onda de ativismo pacifista.
  • Defesa da Democracia: O slogan “No Kings” faz referência direta à percepção de que o governo atual ignora os limites constitucionais, agindo como uma monarquia absoluta.

Um Palco de Gigantes

Springsteen não estava sozinho. O governador de Minnesota, Tim Walz, foi quem o introduziu ao palco, chamando Trump de “aspirante a ditador”. O comício também contou com a presença de veteranas do ativismo como Joan Baez e Jane Fonda, além de uma mensagem em vídeo enviada pelo ator Robert De Niro, que parabenizou a população por “expulsar o ICE” da região.

O Legado para a Turnê ‘Land of Hope & Dreams’

Este protesto serve como um prelúdio para a nova turnê mundial de Springsteen, “Land of Hope & Dreams”, que começa oficialmente nesta terça-feira (31 de março) em Minneapolis. O logotipo da turnê já incorpora o slogan “No Kings”, sinalizando que os próximos shows do Boss serão, essencialmente, comícios em defesa da liberdade e do “sagrado sonho americano”, que ele afirma estar sob ataque.

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