O mundo assiste incrédulo a um novo capítulo da política externa agressiva de 2026. Após a recente operação militar na Venezuela, o presidente Donald Trump voltou seus olhos para o Ártico e lançou uma ameaça que abalou as estruturas da diplomacia ocidental. Segundo relatórios confirmados pela Casa Branca nesta terça-feira (06), os Estados Unidos não descartam o uso de força militar para assumir o controle da Groenlândia, um território autônomo da Dinamarca.
O que antes parecia uma “ideia extravagante” de compra de território, agora se transformou em uma crise de segurança internacional, colocando Washington em rota de colisão direta com seus aliados históricos na Europa.
“Sempre é uma opção”, diz a Casa Branca
Em um comunicado extraordinário que chocou jornalistas e diplomatas, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou a postura do presidente. Ao ser questionada sobre os limites da ambição americana no Ártico, a resposta foi direta:
“O Presidente Trump deixou bem claro que adquirir a Groenlândia é uma prioridade de segurança nacional… e, claro, utilizar as forças militares dos EUA é sempre uma opção à disposição do comandante-em-chefe.”
A justificativa oficial seria conter o avanço de “adversários” (leia-se China e Rússia) na região polar, rica em minerais raros e estrategicamente vital. Trump chegou a dar um prazo informal, dizendo aos repórteres: “Vamos conversar sobre a Groenlândia em 20 dias”.
A Resposta da Dinamarca: “O Fim da OTAN”
A reação em Copenhague foi de fúria e descrença. A Primeira-Ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, emitiu um aviso severo. Segundo ela, qualquer ação militar americana contra a Groenlândia não seria apenas um ataque a um país soberano, mas o fim da aliança atlântica.
“Se os Estados Unidos escolherem atacar outro país da OTAN militarmente, então tudo acaba. Isso inclui a OTAN e a segurança que foi construída desde o fim da Segunda Guerra Mundial”, declarou Frederiksen.
Líderes de toda a Europa, incluindo Reino Unido, França e Alemanha, correram para apoiar a Dinamarca, assinando declarações conjuntas de que “A Groenlândia pertence ao seu povo” e não está à venda — muito menos à mercê de uma invasão aliada.
Por que agora?
Analistas apontam que o sucesso rápido da operação na Venezuela pode ter encorajado a administração Trump a agir com mais força em outras frentes. A Groenlândia é vista pelo governo americano como um “porta-aviões natural” essencial para dominar o Hemisfério Norte.
Contudo, ao ameaçar um aliado com quem os EUA têm tratados de defesa mútua (Artigo 5º), Trump coloca o mundo em um território inexplorado e perigoso. O Congresso americano já sinaliza resistência, com o Presidente da Câmara, Mike Johnson, afirmando desconhecer planos concretos de invasão.
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