Quase nove anos após a perda que abalou o rock mundial, o baixista do Linkin Park, Dave “Phoenix” Farrell, abriu o coração sobre o impacto da morte de Chester Bennington. Em uma entrevista exclusiva, o músico descreveu o período como um “grande desastre trágico” que fez o tempo parar para a banda. O desabafo acontece em meio ao sucesso da nova era do grupo, agora liderado por Emily Armstrong, mas reforça que o luto por Chester continua sendo uma parte intrínseca da identidade do Linkin Park em 2026.
O dia em que o tempo parou para o Linkin Park
Para Dave Farrell, a notícia da morte de Chester, em julho de 2017, não foi apenas uma perda profissional, mas o fim de uma era pessoal profunda. De acordo com informações do Times Now News, o baixista relembrou o sentimento de paralisia que tomou conta do grupo. “Foi um desastre de proporções gigantescas. Para nós, o tempo simplesmente parou”, revelou o músico, destacando que a dor foi amplificada pela escala global da tragédia.
No Nation POP, acompanhamos como a banda passou anos em silêncio antes de decidir que o legado de Chester merecia continuar vivo através de novas vozes. Dave explicou que o processo de cura não foi linear e que a decisão de retornar aos palcos exigiu uma força que eles não sabiam que possuíam na época do incidente.
A transição para a nova era com Emily Armstrong
A entrevista também tocou em um ponto sensível para os fãs: a aceitação da nova formação. Dave Farrell foi enfático ao dizer que a entrada de Emily Armstrong não visa substituir Chester, o que seria impossível, mas sim permitir que as composições e a energia da banda continuem alcançando novas gerações.
Muitos seguidores do Linkin Park no Brasil e no mundo ainda debatem o retorno, mas Dave acredita que a honestidade sobre a tragédia passada é o que valida o futuro. “Nós nunca esconderemos o que aconteceu. Chester é parte de nós, e cada show que fazemos hoje é, de certa forma, uma homenagem à luz que ele trouxe para este mundo”, afirmou o baixista.
Saúde mental e o legado duradouro de Chester
O desabafo de Farrell também serve como um alerta contínuo sobre a importância da saúde mental na indústria da música. A morte de Chester Bennington tornou-se um marco para discussões sobre depressão e suporte psicológico para artistas.
Para os leitores do Nation POP, a mensagem de Dave é clara: é possível encontrar um caminho após o desastre, mas o respeito às cicatrizes é fundamental. O Linkin Park segue em sua turnê mundial de 2026, levando multidões às lágrimas e ao êxtase, provando que, embora o tempo tenha parado por um momento, a música é a única força capaz de fazê-lo girar novamente.
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