O diretor Christophe Gans, que acaba de lançar o novo longa Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno (2026), abriu o jogo sobre a pressão extrema de adaptar uma das franquias de horror mais queridas do mundo dos games. Em entrevista recente, o cineasta revelou que chegou a receber ameaças de morte de fãs fervorosos, que prometiam “ir atrás dele” caso a adaptação não fosse fiel ao material original.
Gans, que também dirigiu o primeiro filme da saga em 2006, relembrou que o clima de hostilidade começou há quase duas décadas. “Sabemos que as pessoas que amam videogames são muito passionais. Lembro que, quando fiz o primeiro filme, as pessoas diziam: ‘Se você estragar este, nós vamos atrás de você'”, contou o diretor, ressaltando que essa responsabilidade pesou ainda mais nesta nova produção.
Desafios de adaptar o clássico Silent Hill 2
O novo filme, que chegou aos cinemas brasileiros no dia 22 de janeiro de 2026, é baseado especificamente no aclamado jogo Silent Hill 2. A trama acompanha James (Jeremy Irvine), que é atraído de volta à misteriosa cidade após receber uma carta enigmática de sua amada Mary (Hannah Emily Anderson), enfrentando criaturas icônicas e o terror psicológico que define a série.
Para Gans, transpor essa obra considerada um clássico foi um desafio monumental, especialmente com um orçamento de cerca de US$ 23 milhões. “Foi um grande desafio adaptar corretamente e de forma respeitosa um jogo que é considerado um clássico”, afirmou o cineasta, que buscou criar um filme que atraísse novos públicos sem alienar a “velha guarda” de jogadores.
Polêmicas nos bastidores e cena de sexo cortada
Além das ameaças de fãs, os bastidores da produção também tiveram suas polêmicas. A atriz Hannah Emily Anderson revelou que o filme quase incluiu uma cena de sexo, que acabou sendo removida na etapa final das filmagens na Europa. Segundo a atriz, a decisão de cortar a sequência foi celebrada pelo elenco, que considerou a remoção um alívio para o tom da obra.
Apesar das críticas mistas recebidas pela nova adaptação, Gans afirma que seu amor pelo universo de Silent Hill permanece intacto. O diretor, que vê a franquia como uma “forma de arte moderna”, expressou o desejo de continuar trabalhando com a saga no futuro, se houver oportunidade.
Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno segue em cartaz nos cinemas brasileiros. Você acha que a paixão dos fãs justifica esse tipo de pressão sobre os criadores? Comente abaixo!
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