O Globoplay segue ampliando sua oferta de novelinhas, formato de dramaturgia vertical, ágil e pensado para o consumo no celular, que reúne edições especiais centradas em personagens marcantes das novelas da TV Globo. Depois de títulos como ‘Bibi de A Força do Querer’, ‘Angel de Verdades Secretas’ e ‘Ramiro e Kelvin de Terra e Paixão’, o catálogo ganha a partir do dia 20 de janeiro ‘Kate de Vai na Fé’, versão dedicada à história da inesquecível Kate, vivida por Clara Moneke no sucesso da faixa das sete da Globo.
Na trama, a carismática e ambiciosa Kate (Clara Moneke) vê sua mãe, Bruna (Carla Cristina), enfrentar inúmeros desafios e promete a si mesma um futuro diferente, à beira-mar e distante do subúrbio. Para realizar esse sonho, ela está disposta a testar seus limites, entregando uma história envolvente e cheia de reviravoltas. “Ter uma novelinha falando da Kate, minha personagem, para mim é um marco. Sou muito grata e feliz por relembrar essa história tão bonita que continua sendo contada”, vibra Clara Moneke.
Com essa nova versão do projeto, a atriz compartilha algumas curiosidades dos bastidores e reflete sobre relação próxima entre o elenco, que têm nomes como Sheron Menezzes, Mel Maia, Bella Campos, MC Cabelinho, Emílio Dantas e Caio Manhente. “O time era muito unido e animado, a Sheron e o José Loreto mobilizavam toda a equipe. Inclusive, lembro que o camarim da Sheron era todo arrumado, com quadros e outros acessórios pessoais, e isso me inspirou muito. Para ‘Dona de Mim’, eu montei meu camarim trazendo objetos que me representassem como incenso, itens de massagem e quadros esotéricos”, conta.
Clara Moneke encerrou recentemente a novela ‘Dona de Mim’, onde viveu a protagonista Leona. Traçando um paralelo entre as duas personagens, Clara pontua que Kate e Leona representam mulheres e histórias que precisavam ser contadas. “Kate, uma jovem impulsiva, Leona, uma mulher que, embora também impulsiva, já passou por mais experiências, comete outros tipos de erros, mas aprendeu muito. Ambas são mulheres que lutaram e que passaram por diversas situações. Há paralelos importantes em suas histórias, considero que são personagens que trazem contextos relevantes para a sociedade”, finaliza.
‘Kate de Vai na Fé’ é criada e escrita por Rosane Svartman, com direção artística de Paulo Silvestrini, a produção tem direção geral de Cristiano Marques e a direção é de Isabella Teixeira, Juh Almeida, Augusto Lana e Matheus Senra. Os sete primeiros capítulos da novelinha estarão disponíveis gratuitamente para todos os usuários logados no streaming. Os demais episódios poderão ser vistos com exclusividade pelos assinantes do Globoplay, acessíveis somente via aplicativo para celular, otimizando a experiência do formato vertical.
Entrevista com a atriz Clara Moneke:
1 – Como você enxerga a Clara Moneke hoje, um tempo depois do sucesso estrondoso de ‘Vai na Fé’ e, agora somando a trajetória recente de ‘Dona de Mim’ como Leona?
Clara Moneke: Vejo uma Clara que aprendeu muito, e considero que ainda tenho muito a aprender. Fiz três novelas seguidas, com um filme no meio dessa jornada. Estou há três anos trabalhando incessantemente, envolvida em projetos com equipes enormes, criando histórias marcantes para o público. Minha trajetória vem do teatro, passou rapidamente pelo cinema e me levou à televisão. Sou muito grata por tudo que estou vivendo. Me sinto honrada e feliz.
2 – Qual personagem você considera que mais marcou sua carreira e por quê?
Clara Moneke: É uma pergunta difícil e comprometedora, risos. Todos os meus personagens me marcaram de alguma forma, mas se tiver que citar apenas uma, a escolha é difícil e fica entre Kate e Leona. Em ‘Dona de Mim’, a Leona, foi a minha primeira protagonista em uma novela de 212 capítulos. Durante um ano de gravação e preparação para a novela, foi um período de muito trabalho e aprendizado intenso, que me marcou profundamente. Já a Kate tem um lugar muito especial também. Ela tem um carisma único, porque ela me apresentou ao mundo, me proporcionou um reconhecimento que jamais imaginei alcançar.
3 – Tem alguma curiosidade da época da gravação de ‘Vai na Fé’ que mais te marcou?
Clara Moneke: Algo bem interessante é que eu passava uma hora e meia me arrumando. Normalmente, era por causa do cabelo da Kate e da maquiagem sempre muito elaborada, comparando com a personagem Leona em ‘Dona de Mim’, por exemplo, eu levava de 15 a 30 minutos no máximo. Para a Kate, era uma hora e meia dedicada à caracterização. Outra cena importante foi a mudança de cabelo. Lembro que as próprias trancistas que faziam meu cabelo na época apareceram em cena, foi algo muito bonito e significativo para mim e para o público.
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