Não basta ser a número 1 nas paradas, tem que ser dona do próprio nome no tribunal. Nesta segunda-feira (12), o Hugo Gloss confirmou que Anitta saiu vitoriosa numa disputa judicial que já durava anos contra a Farmoquímica (FQM), fabricante do famoso vermífugo “Annita”.
A decisão garante que a imagem e a marca da cantora permaneçam exclusivas dela no setor de beleza, evitando uma confusão milionária nas prateleiras.
Entenda a Treta: “Annita” vs “Anitta”
A confusão é sutil, mas perigosa:
- O Remédio: A Farmoquímica detém, há décadas, o registro do medicamento “Annita” (com dois Ns e um T). Até aí, tudo bem.
- O Problema: A empresa tentou expandir o seu registro no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) para a classe de cosméticos e produtos de higiene, mas solicitou o uso da grafia “Anitta” (com um N e dois Ts) — exatamente igual ao nome artístico da cantora.
A Decisão: Por que Anitta venceu?
A defesa da cantora agiu rápido. Como Anitta já é uma empresária consolidada no ramo da beleza (com linhas de perfumes íntimos como Puzzy, em parceria com a Cimed, e outros produtos), permitir que outra empresa usasse o seu nome no mesmo setor causaria confusão no consumidor e associação indevida.
O veredito foi claro: a farmacêutica pode continuar com o seu remédio “Annita”, mas está proibida de usar a marca “Anitta” (a da cantora) para vender cosméticos.
“A justiça reconheceu que a marca da artista é forte e notória, e que o uso pela farmacêutica nesse novo segmento seria uma carona no sucesso alheio”, explicam especialistas.
Anitta Empresária
Essa vitória é mais um capítulo na consolidação de Anitta como uma business woman. Ela blinda o seu nome com unhas e dentes, garantindo que qualquer produto com “Anitta” no rótulo tenha, de fato, o seu aval e a sua participação nos lucros.
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