Live Nation e BMAC lançam aceleradora de carreiras para estudantes negros na música

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Escrito por

Gabriel Nascimento (@gabenaste)
Gabriel Nascimento (@gabenaste)https://gabenaste.com.br
Jornalista, editor-chefe do Nation POP, empreendedor, especialista em Marketing 360º, Branding Registro de Marcas & Creator Economy. Música é seu segundo oxigênio, não vive sem!
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A indústria do entretenimento ao vivo está abrindo portas importantes para a diversidade. A Live Nation Urban, braço da gigante do entretenimento focado na cultura negra, uniu forças com a Black Music Action Coalition (BMAC) e a Student Freedom Initiative para lançar um programa inovador: um acelerador de carreiras remunerado voltado exclusivamente para estudantes de HBCUs (Universidades Historicamente Negras nos EUA).

O anúncio foi feito durante o HBCU AwareFest, marcando um compromisso prático com a formação de novos líderes no mercado da música, indo além do discurso e partindo para a ação direta.

Como funciona o “Live Music Accelerator”

O objetivo central do programa é quebrar as barreiras de entrada no show business. Muitas vezes, o acesso a cargos de gestão e produção em grandes turnês depende de conexões prévias (“quem indica”), o que historicamente excluiu talentos de comunidades marginalizadas.

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O novo acelerador propõe mudar esse cenário oferecendo:

  • Experiência Remunerada: Estágios e treinamentos práticos com remuneração justa, permitindo que estudantes que não podem trabalhar de graça tenham acesso às oportunidades.
  • Mentoria Executiva: Acesso direto a líderes da Live Nation Urban e membros da BMAC.
  • Imersão no Mercado: Aprendizado prático sobre produção de turnês, marketing de festivais e gestão de talentos.

O poder das HBCUs na cultura pop

Para o público brasileiro que acompanha a cultura pop, as HBCUs ganharam destaque global após o documentário Homecoming de Beyoncé (que celebrou a estética dessas bandas universitárias) e a ascensão de figuras públicas formadas nessas instituições, como a vice-presidente Kamala Harris.

Essas universidades são centros de excelência acadêmica e cultural nos Estados Unidos. Ao focar nesses estudantes, a Live Nation e a BMAC reconhecem que há um reservatório inexplorado de criatividade e competência gerencial pronto para renovar o mercado da música.

Um passo para a equidade racial na música

A iniciativa surge como resposta a anos de cobrança por maior representatividade nos bastidores da música, não apenas nos palcos.

“Este programa não é apenas sobre dar um emprego, é sobre construir carreiras sustentáveis e mudar a cara da liderança na nossa indústria”, afirmam os organizadores.

Ao investir na educação e profissionalização desses jovens, as organizações esperam criar um ciclo virtuoso onde, no futuro, as decisões sobre quais artistas contratar, quais shows produzir e como falar com o público sejam tomadas por uma mesa de executivos muito mais diversa do que a atual.

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