Meta aperta o botão nuclear: Zuckerberg fecha acordo histórico de energia para “vencer a China” na corrida da IA

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Gabriel Nascimento (@gabenaste)
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Jornalista, editor-chefe do Nation POP, empreendedor, especialista em Marketing 360º, Branding Registro de Marcas & Creator Economy. Música é seu segundo oxigênio, não vive sem!
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Se a Inteligência Artificial é o motor do futuro, a eletricidade é o combustível. E Mark Zuckerberg não quer correr o risco de ficar com o tanque vazio. A Meta anunciou nesta semana uma série de acordos monumentais para comprar energia nuclear, visando sustentar a demanda insaciável de seus novos data centers de IA.

Em entrevista à Fox Business, Joel Kaplan, chefe global de assuntos públicos da Meta, não mediu palavras: a iniciativa não é apenas comercial, é patriótica. Segundo ele, esses investimentos são cruciais para ajudar os Estados Unidos a “vencer a corrida da IA contra a China”.

O Plano de 6 Gigawatts

A Meta não está para brincadeira. A empresa assinou contratos com três grandes nomes do setor nuclear: Vistra, Oklo (apoiada por Sam Altman, da OpenAI) e TerraPower (fundada por Bill Gates).

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  • O Objetivo: Adicionar cerca de 6,6 gigawatts de capacidade de geração à rede elétrica americana. Para se ter uma ideia, isso seria suficiente para abastecer milhões de casas.
  • A Tecnologia: Além de comprar energia de usinas existentes, a Meta está apostando alto nos SMRs (Pequenos Reatores Modulares). Essas “mini-usinas” nucleares são vistas como o futuro da energia limpa e constante — essencial para servidores que não podem desligar nunca.

Por que Nuclear? E por que agora?

A IA generativa (como o Llama da Meta ou o ChatGPT) consome uma quantidade absurda de energia. As fontes renováveis como solar e eólica são ótimas, mas intermitentes (o sol não brilha à noite).

  • A Ameaça Chinesa: A China está construindo reatores nucleares num ritmo frenético. O medo do Vale do Silício — e de Washington — é que a falta de eletricidade confiável nos EUA freie o desenvolvimento da IA americana, permitindo que os rivais asiáticos tomem a liderança tecnológica.
  • Independência: Ao garantir sua própria fonte de energia “limpa e firme”, a Meta blinda suas operações contra apagões e flutuações de preço da rede pública.

O Vale do Silício Radioativo

A Meta não é a única. Microsoft e Amazon também já fizeram movimentos em direção à energia nuclear recentemente. O que estamos vendo é o nascimento de uma nova era onde as Big Techs se tornam também “Big Energies”, financiando a infraestrutura pesada que o governo demoraria décadas para construir.

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