O mundo do hip-hop está de luto. John Forté, aclamado produtor, compositor e colaborador de longa data do grupo Fugees, morreu aos 50 anos. A notícia foi confirmada pela família nesta terça-feira, informando que o artista fez sua passagem de forma pacífica, cercado por entes queridos. A causa da morte não foi divulgada imediatamente.
Forté foi uma figura central na era de ouro do rap nos anos 90. Ele é frequentemente lembrado como o “quarto membro” não oficial dos Fugees, tendo co-escrito e produzido faixas no álbum The Score (1996), obra que vendeu milhões de cópias e definiu uma geração.
Do estrelato à prisão federal
A trajetória de John Forté foi marcada por extremos dramáticos. Após colher os louros do sucesso e ser indicado ao Grammy, sua vida sofreu uma reviravolta chocante no ano de 2000. O músico foi preso no Aeroporto de Newark acusado de posse e tráfico de cocaína líquida.
Condenado a 14 anos de prisão, Forté viu sua carreira musical ser interrompida abruptamente. No entanto, ele não se deixou abater. Durante o tempo em que esteve encarcerado, manteve-se ativo intelectualmente, o que atraiu a atenção de defensores da reforma prisional e de figuras influentes da cultura americana, como a cantora Carly Simon.
O perdão presidencial e a vida pós-reclusão
Em um dos episódios mais notáveis da justiça americana envolvendo celebridades, a pena de Forté foi comutada em 2008 pelo então presidente George W. Bush. A decisão permitiu que ele saísse da prisão anos antes do previsto, dando-lhe uma segunda chance.
Desde sua libertação, John Forté dedicou-se ao ativismo e continuou a produzir música, focando em trabalhos que refletiam sua experiência de vida e redenção. Sua morte prematura encerra um capítulo singular de talento e resiliência na indústria fonográfica.
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