Mpox: Vacina contra a doença está disponível no SUS; saiba quem pode tomar

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Gabriel Nascimento (@gabenaste)
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Com o aumento recente de notificações de Mpox no Brasil em 2026, a busca pela imunização tornou-se uma prioridade. O Ministério da Saúde reforça que a vacina contra a Mpox segue disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), mas a estratégia de aplicação é direcionada a grupos específicos. Até o momento, o país já confirmou 48 casos da doença apenas nos primeiros meses deste ano, com a maioria concentrada no estado de São Paulo.

Diferente de campanhas de vacinação em massa, como a da Gripe ou COVID-19, o imunizante para Mpox é distribuído de forma estratégica. O foco do governo federal é proteger as pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença ou que possuam alta exposição ao vírus.

Quem pode tomar a vacina contra a Mpox no SUS?

A vacinação no Brasil é dividida em dois tipos de estratégias: pré-exposição e pós-exposição. Confira abaixo os critérios de elegibilidade para cada grupo:

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  • Pré-exposição: Destinada a pessoas que vivem com HIV/Aids (homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais) com idade igual ou superior a 18 anos e que apresentem contagem de linfócitos T CD4 inferior a 200 células. Também estão incluídos profissionais de laboratório que trabalham diretamente com o vírus (Orthopoxvírus).
  • Pós-exposição: Indicada para pessoas que tiveram contato direto de médio ou alto risco com fluidos corporais ou secreções de casos suspeitos ou confirmados de Mpox. Nestes casos, a vacina deve ser administrada idealmente em até quatro dias após a exposição, podendo chegar a 14 dias para evitar o agravamento do quadro.

Situação da Mpox no Brasil em 2026

O monitoramento epidemiológico aponta que o Brasil registra 48 casos confirmados até esta sexta-feira (20). São Paulo lidera o ranking com 41 ocorrências, seguido por Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul. Embora os números sejam inferiores aos registrados no mesmo período de 2025, as autoridades de saúde mantêm o alerta ligado devido ao surgimento de novas cepas globais.

O Ministério da Saúde garante que o SUS está preparado para a identificação precoce e o isolamento dos pacientes. A recomendação principal é que, ao notar sintomas como erupções cutâneas, febre súbita e inchaço nos gânglios (ínguas), o cidadão procure imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica e teste diagnóstico.

Prevenção além da vacina

A vacina é uma ferramenta essencial, mas a prevenção também depende de cuidados diários. Especialistas recomendam evitar o contato íntimo com pessoas que apresentem lesões de pele suspeitas e não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas e roupas de cama, sem a devida higienização.

A Mpox é transmitida principalmente pelo contato pele a pele e por secreções respiratórias. O isolamento de casos confirmados por até 21 dias continua sendo a medida mais eficaz para interromper a cadeia de transmissão nas comunidades.

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