Mulher assassinada com os filhos gêmeos não foi enterrada com eles, revela família

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Gabriel Nascimento (@gabenaste)
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É o pesadelo de qualquer família, ampliado por uma decisão final devastadora. A revista People trouxe à tona os detalhes dolorosos do pós-tragédia envolvendo Paiden Nicole Priest, a jovem de 23 anos que foi morta a tiros dentro de casa, juntamente com os seus filhos gêmeos, Grayson e Jarvis, de apenas 2 anos.

Enquanto a comunidade ainda tenta processar o horror do crime, a mãe de Paiden revelou uma ferida que não cicatriza: a sua filha não pôde ser sepultada ao lado das crianças que tanto amava.

O Crime que Chocou o Arkansas

O caso, embora tenha ocorrido anteriormente, voltou a ganhar destaque pelas revelações sobre o funeral.

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  • O Autor: O namorado de Paiden e pai das crianças, David Dylan Stayton, foi o responsável pelos disparos que tiraram a vida da companheira e dos próprios filhos, antes de tirar a própria vida.
  • O Cenário: O crime foi descrito como um ato final de violência doméstica, uma realidade que infelizmente assombra muitas famílias.

Por que a Separação no Enterro?

A pergunta que revolta a internet é: como isso foi permitido? Segundo relatos da família de Paiden à People:

  • A Disputa: Houve um conflito sobre quem teria a custódia dos restos mortais das crianças. Como os pais não eram casados e ambos morreram, a decisão recaiu sobre os parentes mais próximos.
  • O Desfecho: A família de Paiden enterrou-a num local, enquanto a família do pai (o autor do crime) tomou a decisão de enterrar os gêmeos noutro cemitério, separando-os da mãe.

“Ela viveu para aqueles meninos. O facto de eles não estarem nos braços dela agora é a parte mais difícil de aceitar”, desabafou a mãe de Paiden.

A Dor da Avó

A mãe de Paiden descreve a situação como uma “segunda violência”. Para ela, a justiça falhou duas vezes: primeiro ao não proteger a filha, e segundo ao permitir que, na morte, as vítimas fossem separadas pela família do agressor. O caso levantou um debate intenso nos Estados Unidos sobre os direitos das famílias das vítimas em casos de homicídio seguido de suicídio, onde muitas vezes a família do perpetrador ainda detém direitos legais sobre os filhos.

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