O retorno à Terra-média com o filme “The Hunt for Gollum” deveria ser motivo apenas de celebração. Com Andy Serkis na direção e Peter Jackson na produção, tudo parecia perfeito. No entanto, um detalhe crucial está tirando o sono dos fãs e analistas de cinema: a provável substituição de Viggo Mortensen no papel de Aragorn.
Um artigo recente do portal ComicBook sugere que essa decisão criativa pode ser fatal para o projeto, comparando o risco a um “fracasso de US$ 393 milhões” que assombra Hollywood até hoje.
A “Maldição” de Han Solo
O argumento central da crítica gira em torno de “Solo: Uma História Star Wars” (2018). O filme tentou contar a origem de Han Solo substituindo o lendário Harrison Ford pelo jovem Alden Ehrenreich. O resultado? Uma rejeição massiva do público e uma bilheteria de US$ 393 milhões — considerada um desastre para os padrões da saga, resultando em prejuízo financeiro.
O medo é que a Warner Bros. esteja prestes a cometer o mesmo erro com Aragorn.
- O Fator Nostalgia: Assim como Ford era Han Solo, para uma geração inteira, Viggo Mortensen é Aragorn.
- A Rejeição: Tentar encaixar um novo rosto em um personagem tão amado, em vez de usar tecnologias de rejuvenescimento ou focar em outras histórias, pode alienar a base de fãs antes mesmo da estreia.
Por que Aragorn seria trocado?
A questão é cronológica. O novo filme, “The Hunt for Gollum”, se passa antes dos eventos de A Sociedade do Anel. Na trama, Gandalf e Aragorn caçam a criatura para impedir que ele revele a localização do “Um Anel” a Sauron.
Como a história é um prequel, o personagem precisa parecer mais jovem do que na trilogia original. Embora Viggo Mortensen tenha se mostrado aberto a retornar “se a história fizesse sentido”, a idade do ator (hoje na casa dos 60 anos) dificulta uma atuação física sem uso pesado de CGI (computação gráfica), o que levou o estúdio a considerar a escalação de um novo ator.
O risco da comparação
Substituir um ator vencedor e carismático como Mortensen coloca qualquer sucessor em uma posição ingrata. O novo intérprete não será julgado apenas por sua atuação, mas pela sombra gigantesca do original.
Se o público sentir que o filme é apenas uma “exploração corporativa de IP” (propriedade intelectual) sem a alma do elenco original, o destino de “The Hunt for Gollum” pode ser o mesmo do filme de Han Solo: o esquecimento e o prejuízo.
Resta saber se a Warner vai apostar na tecnologia para manter Viggo ou se arriscará tudo em um novo rosto para o Rei de Gondor.
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