O terror tomou conta dos cinemas neste final de semana e os números confirmam: Ghostface continua sendo o rei do gênero. Pânico 7 (Scream 7) estreou batendo recordes históricos, arrecadando impressionantes US$ 64,1 milhões apenas no mercado norte-americano. Com esse resultado, o longa superou todas as expectativas e se tornou a maior abertura da história da franquia, deixando para trás os US$ 44,4 milhões alcançados por Pânico VI em 2023.
Sucesso global e domínio das bilheterias em 2026
O desempenho internacional também foi avassalador. Somando os mercados estrangeiros, Pânico 7 arrecadou mais US$ 33,1 milhões, totalizando uma abertura global de US$ 97,2 milhões. Este é o melhor início de ano para a Paramount Pictures, que viu o filme de terror desbancar sucessos recentes como a animação GOAT e o drama Wuthering Heights.
O sucesso comercial é ainda mais notável quando analisamos o orçamento. Produzido com cerca de US$ 45 milhões, o filme já está muito próximo de se pagar apenas em seu primeiro final de semana. Especialistas do setor apontam que o uso de telas IMAX e formatos Premium (PLFs) foi decisivo, respondendo por 40% das vendas de ingressos.
O retorno de Neve Campbell e o fator nostalgia
A estratégia da Paramount e da Spyglass Media Group em trazer de volta a “Final Girl” original foi certeira. Após ficar de fora do sexto filme por questões salariais, Neve Campbell retornou como Sidney Prescott, recebendo um cachê reportado de US$ 7 milhões. Além dela, o longa dirigido por Kevin Williamson (o roteirista do filme original de 1996) contou com os veteranos Courteney Cox e David Arquette.
Uma das grandes surpresas desta sequência é a introdução de Isabel May, que interpreta a filha de Sidney, trazendo um novo fôlego para a narrativa e conectando o legado clássico à nova geração de fãs. Embora a crítica especializada tenha sido dura — o filme ostenta apenas 34% de aprovação no Rotten Tomatoes — o público respondeu com entusiasmo, garantindo salas lotadas em todo o mundo.
Críticas e o futuro da saga Ghostface
Apesar do sucesso financeiro, o filme divide opiniões. A nota “B-” no CinemaScore indica que parte da audiência sentiu o peso das mudanças constantes de roteiro que marcaram a produção conturbada do longa. No entanto, para a indústria, o que importa são os números: Pânico 7 provou que a marca é resiliente e capaz de sobreviver a polêmicas de bastidores e trocas de diretores.
Com o lucro já garantido, rumores sobre um possível Pânico 8 para 2028 começam a ganhar força em Hollywood. A fórmula que mistura metalinguagem, violência gráfica e nostalgia parece estar longe de se esgotar, mantendo o slasher como um dos pilares do entretenimento moderno.
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