Uma notícia trágica abalou o mundo corporativo e a sociedade mexicana nesta quinta-feira (08). O presidente do Grupo Corona (conglomerado ligado à famosa marca de cervejas e outros setores industriais) foi encontrado morto após ser vítima de um sequestro. A informação, confirmada por autoridades locais e repercutida pela GaúchaZH, marca um dos episódios mais sombrios para a elite empresarial do México em 2026.
O crime expõe a fragilidade da segurança pública no país, onde nem mesmo figuras de alto perfil, que geralmente contam com esquemas de proteção robustos, estão imunes à ação de grupos criminosos.
O que se sabe sobre o crime
De acordo com relatórios preliminares, o executivo teria sido interceptado por homens armados no início da semana. Apesar das tentativas de negociação — comuns em casos de sequestro envolvendo grandes fortunas —, o desfecho foi fatal.
O corpo foi localizado em uma área afastada, com sinais de violência, característica infelizmente comum nas ações de cartéis e gangues organizadas que operam na região. A identidade completa e os detalhes forenses estão sendo preservados pela família e pela polícia neste momento de luto.
Uma marca global, uma tragédia local
A Corona é uma das marcas mais reconhecidas globalmente, símbolo do México no exterior. O assassinato de seu líder não é apenas uma perda pessoal para a família e a empresa, mas um golpe na imagem do país como um destino seguro para negócios e turismo.
Analistas apontam que este evento pode gerar uma onda de medo entre investidores estrangeiros e executivos que operam no México, forçando empresas a reforçarem ainda mais seus protocolos de segurança privada.
A crise de segurança no México
O caso entra para uma estatística alarmante. Nos últimos anos, o México tem visto um aumento na violência direcionada não apenas a políticos e jornalistas, mas também a empresários que se recusam a pagar “taxas de proteção” ou que se tornam alvos de extorsão milionária.
As autoridades mexicanas prometeram uma investigação rigorosa e “implacável” para encontrar os culpados, pressionadas pela repercussão internacional do caso.
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