Repórter da Globo vive “saia justa” ao vivo com leque no rosto e palavrão inesperado

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Gabriel Nascimento (@gabenaste)
Gabriel Nascimento (@gabenaste)https://gabenaste.com.br
Jornalista, editor-chefe do Nation POP, empreendedor, especialista em Marketing 360º, Branding Registro de Marcas & Creator Economy. Música é seu segundo oxigênio, não vive sem!
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Trabalhar em transmissões ao vivo exige jogo de cintura, mas nem sempre é possível prever a empolgação do público. O repórter Cadu Safner, da TV Anhanguera (afiliada da Globo em Goiás), sentiu isso na pele durante a cobertura do pré-Carnaval em Goiânia. Em um momento que viralizou rapidamente, o jornalista acabou soltando um palavrão após ser atingido por um leque enquanto tentava entrevistar foliões.

O episódio ocorreu durante o programa Jornal Anhanguera 1ª Edição. Enquanto Cadu descrevia a energia do evento “Bloco do Mancha”, uma foliã tentou refrescar o repórter com um leque, mas acabou acertando o acessório diretamente em seu rosto, provocando uma reação instintiva.

O momento do “sincericídio” ao vivo

A cena foi rápida, mas não passou despercebida pelos telespectadores. Ao sentir o impacto do leque e o calor intenso da multidão, Cadu Safner acabou deixando escapar um “p***a” em tom baixo, mas audível para quem acompanhava a transmissão. O repórter tentava manter o profissionalismo enquanto desviava do objeto e continuava a falar sobre a programação do evento.

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Mesmo com o susto e a palavra de baixo calão, o jornalista conseguiu retomar o fôlego e concluir a informação. No entanto, o trecho exato da gafe começou a circular nas redes sociais poucos minutos depois, dividindo opiniões entre o humor e o espanto com a espontaneidade do momento.

Reação nas redes sociais e jogo de cintura

A web não perdoou e o nome do repórter da Globo logo foi parar nos assuntos comentados da região. Muitos internautas saíram em defesa de Cadu, ressaltando que o calor de Goiás somado à invasão de espaço físico justificariam a perda momentânea da paciência. “Quem nunca soltou um palavrão no calor de 40 graus que atire a primeira pedra”, comentou um usuário no X (antigo Twitter).

Além disso, a postura do repórter após o incidente foi elogiada por colegas de profissão. Manter a linha de raciocínio em meio ao caos de um bloco de Carnaval é um desafio constante para repórteres de rua, e Cadu mostrou que, apesar do deslize verbal, domina a técnica da reportagem ao vivo.

Bastidores da TV e as gafes de Carnaval

O período de Carnaval é historicamente fértil para momentos inusitados na televisão brasileira. De invasões de link a quedas cinematográficas, os repórteres ficam expostos a todo tipo de situação. O caso de Cadu Safner entra para a lista de “pérolas” da TV aberta em 2026, reforçando que, por trás da seriedade do telejornalismo, existem seres humanos suscetíveis ao estresse do ambiente.

Até o momento, a emissora e o jornalista não emitiram notas oficiais sobre o ocorrido, tratando o caso com a naturalidade que eventos de rua pedem. O vídeo, porém, já está eternizado nos arquivos de momentos memoráveis do jornalismo goiano.

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