Atualize o firmware emocional: o festival Rock in Rio que nasceu no peito do EREJOTA está abrindo a porta do Palco Mundo para o K-pop. E não com um rodízio de meninos desconhecidos em playback… Estamos falando do Stray Kids, fenômeno global, que sobe como headliner no dia 11 de setembro de 2026, escrevendo mais um capítulo barulhento, colorido e coreografado da história do evento.
Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, HAN, Felix, Seungmin e I.N. Conhecidos como Stray Kids, são um furacão de hits, números de streaming e filas de fãs que valem feriado. Depois de lotar estádios mundo afora e embolsar recordes impressionantes (sete estreias consecutivas em #1 na Billboard? Sim), os garotos chegam à Cidade do Rock com pedigree de headline e setlist pronto para virar o Palco Mundo em arena de euforia.
O K-pop chegar no Rock in Rio: era inevitável…
O movimento era previsível: o K-pop explodiu no mundo e no Brasil. Com 25–30 milhões de fãs na América Latina e repetições no Spotify que subiram mais de 300% desde 2018, segundo dados do mercado. Traduzindo em bom português: o público pediu, o público falou alto e o Rock in Rio ouviu. Pela primeira vez na história do festival, o gênero desembarca oficial e majestoso na Cidade do Rock. E se você é do time que acha K-pop “coisa de internet”, prepare-se: Stray Kids já provou que também é coisa de estádio.
Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World, resumiu bem: trazer Stray Kids é abrir portas para uma geração nova, diversa e superengajada. Além de cumprir com o DNA do festival, que sempre misturou passado, presente e o que está pipocando agora.
E não é só Stray Kids: a próxima edição virá recheada:
SegurE o coração: Elton John foi anunciado como headliner do dia 7 de setembro (a lenda que dispensa apresentações), com Gilberto Gil dividindo a noite num encontro que promete ser histórico e emocionantemente para muitos brasileiros. Além disso, nomes como Wanda Sá trazem a bossa nova para momentos mais delicados, e o retorno do espetáculo aéreo The Flight garante que até o céu da Cidade do Rock terá performance.
Enquanto isso, a cenografia do Palco Mundo foi turbinada: 2.400 m² de LED vão permitir que cada show seja um espetáculo visual total — o palco deixa de ser só plataforma e vira tela viva.
Rock in Rio e o Rio: economia, turismo e bônus pra quem comprar ingresso
O festival faz muito mais que shows: impulsiona a economia carioca. Em 2024, o impacto foi de R$ 2,9 bilhões, segundo estudo da FGV, portanto, vamos combinar, ter o Rock in Rio por perto enche hotéis, restaurantes e a cidade inteira de movimento. Para 2026, a iniciativa ‘Viva o Rio com o Rock in Rio’ promete vantagens em pontos turísticos, hospedagens e experiências para quem comprar ingresso: Bondinho, Cristo, museus, passeios, hotéis parceiros, o pacote é extenso (e tentador).
Compra do Rock in Rio Card
A prévia da prévia é clara: o Rock in Rio Card vai à venda 9 de dezembro, às 19h, exclusivamente pela Ticketmaster Brasil (Rock in Rio Club tem pré-venda entre 4 e 8 de dezembro). Valores anunciados: R$ 795 (inteira), R$ 397,50 (meia) e R$ 675,75 (Ingresso Itaú). Sem taxa de serviço.
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