Romance colaborativo, com participação de 36 autores, reúne histórias de moradores de um prédio em Manhattan durante a pandemia

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Escrito por

Gabriel Nascimento (@gabenaste)
Gabriel Nascimento (@gabenaste)https://gabenaste.com.br
Jornalista, editor-chefe do Nation POP, empreendedor, especialista em Marketing 360º, Branding Registro de Marcas & Creator Economy. Música é seu segundo oxigênio, não vive sem!
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Após a primeira semana de isolamento durante a pandemia de covid-19, os moradores de um prédio caindo aos pedaços em Nova York começam a se reunir no terraço, ao ar livre e mantendo o distanciamento social, para contar histórias. A cada noite, mais vizinhos se juntam à fogueira metafórica, cada qual trazendo suas banquetas, poltronas e cadeiras.

Aos poucos, eles — alguns até então completos estranhos — descobrem mais uns sobre os outros e sobre si mesmos, e principalmente sobre a natureza da vida e da morte. Neste romance inspirado pelo clássico Decamerão, de Giovanni Boccaccio, os organizadores Margaret Atwood e Douglas Preston se unem a uma lista estrelada, composta por 34 colaboradores, para criar uma belíssima ode às pessoas que não puderam escapar para lugares melhores durante a pandemia.

Além de Margaret e Preston, a lista inclui grandes nomes da ficção, de todos os gêneros e tradições, como John Grisham, autor de grandes best-sellers adaptados para o cinema, entre eles O dossiê pelicano; Tommy Orange, ganhador do American Book Award e finalista do Prêmio Pulitzer em 2019, com Lá não existe Lá; a americana Erica Jong, autora do clássico feminista Medo de voar; e Celeste Ng, de Pequenos incêndios em toda parte. Em uma narrativa misteriosa, reconfortante e surpreendente, Catorze dias revela como, mesmo sofrendo tantas perdas, algumas comunidades ainda são capazes de resistir e se fortalecer.

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“Uma façanha impressionante.”

The Guardian

“Uma cápsula do tempo retratando a necessidade humana por conexão durante a pandemia.”

NPR

MARGARET ATWOOD, autora publicada em mais de 45 países, já publicou mais de cinquenta livros, incluindo romances, poesias, ensaios críticos e quadrinhos. Além de O conto de aia, adaptado para a premiada série homônima, seus trabalhos incluem Olho de gato, finalista do Booker Prize; Vulgo Grace, ganhador do Giller Prize, no Canadá, e do Prêmio Mondello, na Itália; O assassino cego e Os testamentos, vencedores do Booker Prize; a trilogia MaddAddão e a coleção de poesia Poemas tardios. Atwood ganhou vários prêmios, incluindo o Prêmio Arthur C. Clarke, pela Imaginação a Serviço da Sociedade, o Prêmio Franz Kafka, o Prêmio da Paz do Comércio Livreiro Alemão, o Prêmio PEN USA pelo conjunto de sua obra e o Prêmio da Paz Literária de Dayton. Em 2019, foi nomeada integrante da Ordem dos Companheiros de Honra na Grã-Bretanha pelos serviços prestados à literatura. Ela mora em Toronto, no Canadá.

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DOUGLAS PRESTON publicou 39 livros de ficção e não ficção, dos 32 foram best-sellers do New York Times. Seu título mais recente, A cidade perdida do deus macaco, foi nomeado um dos livros do ano por veículos como The New York TimesThe Boston Globe e National Geographic. Também escreve sobre arqueologia e paleontologia para a revista New Yorker. Preston trabalhou como editor no Museu Americano de História Natural em Nova York e ensinou escrita de não ficção na Universidade de Princeton. Ele recebeu vários prêmios nos Estados Unidos e na Europa e atuou como presidente da Authors Guild of America entre 2019 e 2023.

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