Tate McRae fala sobre a “Miss Possessive Tour” e a pressão do novo álbum

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Gabriel Nascimento (@gabenaste)
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Jornalista, editor-chefe do Nation POP, empreendedor, especialista em Marketing 360º, Branding Registro de Marcas & Creator Economy. Música é seu segundo oxigênio, não vive sem!
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Se você achava que Greedy foi o auge, pense de novo. A Rolling Stone acaba de publicar um perfil definitivo sobre Tate McRae, e o veredito é claro: 2026 pertence a ela. Prestes a lançar o seu aguardado álbum “So Close To What”, a artista de 22 anos abriu o jogo sobre a intensidade desta nova era.

Deixando para trás a imagem de “garota triste que dança”, Tate assume agora uma postura de popstar global, com ambições (e coreografias) gigantescas.

Uma Atleta no Palco

O grande destaque da conversa foi a preparação para a “Miss Possessive Tour”. Tate, que começou a carreira como bailarina profissional, encara os seus shows como eventos esportivos de alta performance.

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  • O Treino: Ela revelou que a rotina para aguentar cantar e dançar ao vivo durante horas é brutal. “Eu quero que as pessoas saiam do show a pensar: ‘Como é que ela fez aquilo?'”, comentou.
  • A Visão: A turnê não é apenas sobre música; é um espetáculo visual. Tate quer trazer a precisão da dança competitiva para o caos de um show de pop e rock.

“So Close To What”: O Álbum da Vida

Sobre o novo disco, Tate promete uma sonoridade mais madura e crua. A Rolling Stone destaca a faixa “Tit for Tat” como um dos pontos altos, mostrando uma vulnerabilidade afiada.

“É sobre aquele jogo de poder nos relacionamentos, o vai e vem que te deixa louca”, explicou a cantora. O álbum promete explorar as nuances de ser uma jovem mulher sob os holofotes, misturando batidas viciantes com letras que parecem páginas de diário.

Gerindo a Fama e o Caos

A matéria também aborda como Tate lida com a pressão. Sendo uma das artistas mais vigiadas da sua geração (e com a vida amorosa frequentemente nos tabloides), ela aprendeu a blindar-se. O foco em 2026 é total no trabalho. Ela descreve este momento como um turbilhão onde ela finalmente sente que encontrou a sua voz — e os seus passos.

Preparem-se, Tater Tots: a “Miss Possessive” está a chegar e ela não vai pedir licença.

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