Trump avalia ataque militar ao Irã após repressão sangrenta de protestos

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Gabriel Nascimento (@gabenaste)
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Se você achava que 2026 seria um ano tranquilo, pense novamente. O Presidente Donald Trump colocou o mundo em aviso prévio neste domingo (11) ao confirmar que todas as opções — incluindo a força militar — estão na mesa para lidar com a crise no Irã.

Segundo reportagem exclusiva da CNN, o Comandante-em-Chefe dos EUA foi informado pelos seus conselheiros de segurança sobre potenciais alvos dentro da República Islâmica. O motivo? A resposta brutal de Teerã contra a onda de protestos populares que já dura duas semanas e deixou centenas de mortos.

O Gatilho: “Eles estão a matar o próprio povo”

Diferente de crises anteriores focadas apenas em urânio, desta vez o estopim é humanitário e político.

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  • A Linha Vermelha: Trump foi claro nas suas redes sociais e em declarações recentes: “Se eles continuarem a matar pessoas como fizeram no passado, nós vamos envolver-nos.”
  • A Promessa: O presidente declarou que o povo iraniano está “a olhar para a LIBERDADE” e que os EUA estão prontos para ajudar, sugerindo que uma intervenção não seria uma invasão, mas um “suporte de força”.

O Que Está na Mesa?

De acordo com oficiais ouvidos pela imprensa americana, Trump descarta, por enquanto, colocar boots on the ground (tropas terrestres). O cenário mais provável envolve:

  1. Ataques Aéreos: Mirando infraestrutura da Guarda Revolucionária ou centros de comando das forças de segurança (Basij).
  2. Ciberataques: Uma ofensiva digital para paralisar a comunicação do regime.
  3. O Fantasma de 2025: Vale lembrar que, em junho do ano passado, os EUA já realizaram ataques contra instalações nucleares iranianas. O medo dos especialistas é que uma nova rodada de bombardeios incendeie o Oriente Médio de vez.

Irã Responde: “Estamos em Guerra”

O regime de Teerã não ficou calado. Autoridades iranianas acusam Washington e Israel de incitarem os “vândalos” (como chamam os manifestantes) e avisaram que qualquer ataque americano terá uma resposta devastadora contra bases dos EUA na região. Enquanto os generais americanos pedem cautela e “mais tempo” para preparar a logística, Trump parece impaciente. A mensagem de Washington é clara: o relógio está a correr.

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