A mobilização nacional para conter o avanço do vírus Influenza teve seu “Dia D” neste sábado, 28 de março de 2026. Com o objetivo de vacinar 90% dos grupos mais vulneráveis, o Ministério da Saúde deu a largada em uma campanha que se estenderá até o dia 30 de maio. A vacina deste ano foi atualizada pela Anvisa para combater as variantes mais recentes em circulação, garantindo proteção contra complicações graves, internações e óbitos.
Quem pode se vacinar nesta fase? (Grupos Prioritários)
Nesta primeira etapa, a vacinação gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) é voltada para os grupos que apresentam maior risco de evolução negativa da doença. Se você ou alguém da sua família se encaixa em uma das categorias abaixo, procure o posto mais próximo:
- Crianças: De 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias).
- Gestantes e Puérperas: Mulheres no período de gravidez ou até 45 dias após o parto.
- Idosos: Pessoas com 60 anos ou mais.
- Trabalhadores da Saúde e Educação: Profissionais de hospitais, clínicas e professores de todos os níveis.
- Povos Indígenas e Quilombolas: Populações em territórios tradicionais.
- Pessoas com Comorbidades: Portadores de doenças crônicas (diabetes, hipertensão grave, problemas cardíacos ou renais).
- Pessoas com Deficiência Permanente: A partir de 12 anos.
- Categorias Profissionais Específicas: Caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo, portuários e forças de segurança/salvamento.
- População em Vulnerabilidade: Pessoas em situação de rua e sistema prisional.
Nota para a Região Norte: Devido à sazonalidade diferenciada (o chamado “Inverno Amazônico”), a vacinação nesta região ocorrerá apenas no segundo semestre de 2026.
Composição da Vacina em 2026
Para este ano, a vacina trivalente oferecida pelo SUS protege contra as seguintes cepas:
- Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1)
- Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2)
- Influenza B/Austria/1359417/2021 (Linhagem Victoria)
Quando procurar atendimento médico?
A gripe comum costuma causar febre, dor no corpo e coriza, que cedem em alguns dias. No entanto, é vital estar atento aos sinais da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Procure um hospital imediatamente se apresentar:
- Dificuldade para respirar ou sensação de falta de ar.
- Pressão persistente no tórax.
- Queda na oxigenação (lábios ou extremidades arrocheadas).
- Febre alta que não cede com antitérmicos comuns.
- Confusão mental ou sonolência excessiva (especialmente em idosos e crianças).
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