‘Wicked’ escala ranking histórico e entra para a elite dos musicais no cinema

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Gabriel Nascimento (@gabenaste)
Gabriel Nascimento (@gabenaste)https://gabenaste.com.br
Jornalista, editor-chefe do Nation POP, empreendedor, especialista em Marketing 360º, Branding Registro de Marcas & Creator Economy. Música é seu segundo oxigênio, não vive sem!
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Ninguém segura as bruxas de Oz! O fenômeno cinematográfico “Wicked” provou que a magia não se limita aos palcos. Segundo o novo levantamento divulgado pela Billboard, a superprodução dirigida por Jon M. Chu garantiu o seu lugar no panteão das adaptações de musicais mais lucrativas da história.

O filme, que dividiu opiniões pela estratégia de ser separado em duas partes, uniu o público numa certeza: é um sucesso comercial estrondoso.

O Clube do Bilhão (e Quase Lá)

A lista da Billboard destaca que Wicked teve de enfrentar pesos-pesados para chegar ao topo. Historicamente, o ranking é dominado pelas adaptações “live-action” da Disney, que possuem apelo global massivo. Para entrar na elite, Elphaba e Glinda tiveram que superar clássicos modernos. Veja quem são os “rivais” de bilheteria que Wicked está a perseguir ou já ultrapassou:

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  1. O Rei Leão (2019): O líder absoluto (embora polêmico se conta como “live-action”), com US$ 1,6 milhão de milhões.
  2. A Bela e a Fera (2017): O conto de fadas protagonizado por Emma Watson.
  3. Mamma Mia! (2008): O fenômeno do ABBA que provou que musicais originais podiam ser blockbusters.
  4. Os Miseráveis (2012): O drama épico que também arrecadou montanhas de dinheiro (e Oscars).

Por que ‘Wicked’ Explodiu?

O sucesso não é acidental. A análise aponta três fatores cruciais:

  • O Poder das Estrelas: A química (e a base de fãs) de Ariana Grande e Cynthia Erivo atraiu tanto o público pop quanto os puristas do teatro.
  • A Nostalgia: Wicked está em cartaz na Broadway há duas décadas. Existe uma geração inteira que cresceu a ouvir a banda sonora e queria ver isso no grande ecrã.
  • O Visual: A aposta em cenários grandiosos e efeitos práticos (plantando tulipas reais!) criou uma experiência imersiva que justificou o ingresso de cinema.

“Wicked não é apenas um filme, é um evento. O público vestiu-se de rosa e verde, cantou junto e transformou as sessões em festas”, destaca a crítica.

O Renascimento do Gênero?

Após alguns fracassos recentes no gênero musical (como a adaptação de Cats e Dear Evan Hansen), Wicked chega para “limpar a barra” e mostrar a Hollywood que, quando bem feito, o público ainda ama ver gente a cantar e dançar na tela grande.

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